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Começa na segunda-feira, operação para evitar desperdício da adutora de General Sampaio

Publicado em 18/02/2017 - às 23:45

Uma reunião realizada na manhã da última sexta-feira, dia 17 de fevereiro no Distrito de São Domingos definiu a data e o planejamento da força tarefa que irá tirar todos os vazamentos do trecho de 53 quilômetros da adutora que abastece as cidades de Caridade e Canindé.

Durante o encontro, o engenheiro da Companhia de Gerenciamento e Recursos Hídricos – COGERG, Antônio Carlos Bortolin, definiu o plano de ação que irá envolver as duas Prefeituras, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará - CAGECE, Sistema Integrado de Saneamento Básico – SISAR, e Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE, que começa na segunda-feira dia 20 de fevereiro com as análises técnicas que serão feitas pela CAGECE e a retirada de vazamentos pelo SAAE.

Serão utilizadas retroescavadeiras, caminhões, carros de apoio das prefeituras de Canindé e Caridade, que ficarão permanentes no trecho. ‘’Será uma operação e guerra’’, avisa o Secretário de Agricultura de Caridade Ary Botelho.

O técnico especialista nessa questão hídrica que responde pelo município Magela Araújo, explicou que os sistemas de abastecimento de água de Nambi que atende 109 famílias e Angelim com 56 famílias, serão avaliados pelo SISAR, para uma adaptação diária, a fim de disciplinar a quantidade de água a ser distribuída diariamente pelo sistema.

Já o SAAE de Canindé, deverá mudar a sistemática de distribuição em sua rede, passando a atuar com 60 litros por segundo. ‘’Serão experiências que nós iremos começar a estudar no sentido de garantir uma melhor qualidade no abastecimento da cidade’’, frisou o Diretor do Serviço Chiquinho do SAAE.

Os tubos de 400 milímetros que percorrem o percurso do açude de General Sampaio até a estação de tratamento da CAGECE, em São Domingos, serão pintados de branco para amenizar a temperatura. A mesma medida será feita com os tubos de 300 mm que chegam a Canindé.

O Deputado João Jaime que defende a luta pela preservação da adutora criticou as decisões de entregarem ao SAAE a administração do aqueduto.‘’Uma responsabilidade de administrar uma adutora pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto – SAAE, que não tem condições de realizar todo serviço. O órgão não dispõe de técnicos especializados, não tem capacidade e nem estrutura para cuidar do problema. Foi uma decisão errada’’, disse.

Fotos e texto do SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE CANINDÉ – SAAE
 
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