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Sem planejamento e organização, vereadores pedem desculpas por não ter tido carnaval

Publicado em 03/03/2017 - às 11:50 - Foto/Arquivo Canindé On-line

O assunto “carnaval” foi o mais badalado entre os vereadores.


Vários vereadores se pronunciaram durante sessão na Câmara Municipal para pedir desculpa a população e em especial a juventude por não ter sido realizado festa de carnaval na cidade. 

Na última terça-feira de carnaval, vários paredões tiveram de ser desligado, após o tradicional desfile do bloco das cutruvias que reuniu cerca de 12 mil pessoas na Praça Dr. Aramis.

Os vereadores estão propondo uma audiência pública para planejar o carnaval de 2018. Parlamentares lamentaram ainda, o ataque feito por alguns internautas ao juiz da cidade, “que apenas cumpriu a lei no exercício do seu oficio”.

Os vereadores Junior Castelo e Neto Basto, acreditam que se tivesse havido um planejamento e uma conversa entre as autoridades do município, pelo menos os sons de paredões teriam sido liberados por determinados períodos.

 Ano passado passou a vigorar a nova resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), regulamenta a fiscalização de sons produzidos por equipamentos utilizados em veículos ao que se refere o art. 228 do Código de Trânsito Brasileiro.


1- VEJAMOS O TEXTO DA RESOLUÇÃO 624/2016
Art. 1º Fica proibida a utilização, em veículos de qualquer espécie, de equipamento que produza som audível pelo lado externo, independentemente do volume ou freqüência, que perturbe o sossego público, nas vias terrestres abertas à circulação.
Parágrafo único. O agente de trânsito deverá registrar, no campo de observações do auto de infração, a forma de constatação do fato gerador da infração.
Art. 2º Excetuam-se do disposto no artigo 1º desta Resolução os ruídos produzidos por:
I- buzinas, alarmes, sinalizadores de marcha-à-ré, sirenes, pelo motor e demais componentes obrigatórios do próprio veículo,
II- veículos prestadores de serviço com emissão sonora de publicidade, divulgação, entretenimento e comunicação, desde que estejam portando autorização emitida pelo órgão ou entidade local competente, e
III- veículos de competição e os de entretenimento público, somente nos locais de competição ou de apresentação devidamente estabelecidos e permitidos pelas autoridades competentes.

Já a prefeitura explicou que devido à crise econômica que passa o país e o município, não era possível investir em estruturas para realizações de festas e que também obedeceu a determinações e orientações do Ministério Público e do Poder Judiciário.
 
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